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terça-feira, maio 10, 2016

Eram Seres das Estrelas? Evidências no Egito




Olá pessoal! Que as chamas de betelgeuse possam por mais fogo em suas vidas. Hoje vamos falar um pouco sobre as teorias extraterrestres que também compreendem os ÓVNIS ou UFOS, e as interferências sofridas pela raça humana ao longo da historia. Os famosos objetos voadores não identificados a mais de 70 anos tornaram-se objetos de fortes estudos, não é que antes não houvesse, mas com as revoluções tecnológicas e o acesso a informação os ufólogos passaram a se multiplicar ao redor do mundo com suas teorias a respeito dos E.T.s que nos visitam ou visitaram em anos passados.
Primeiramente iremos analisar as principais evidencias de interferências em nossa historia por meio de algumas fotos. 

O Egito antigo com toda certeza do mundo é um dos Estados da antiguidade com maiores enigmas o circuncidando, pois os feitos realizados, suas ciências e seu modo de ver a vida eram bem intrigantes. Uma das formas mais antigas de escrita do povo do mundo vem do Egito, o HIEROGLIFO, e foi por meio dele que TEÓRICOS DOS ANTIGOS ASTRONAUTAS identificaram possíveis evidencias.    
Segundo o blog Teoria Extraterrestres  Presença extraterrestre no antigo Egito Teriam sido retratados por eles nos seus belos e complexos murais hieroglíficos.








O que, para nós, não é novidade alguma, haja vista que o famoso Portal de Abbydos (foto) nos prova de maneira indiscutível que o Antigo Egito foi mesmo sobrevoado por estranhas e extemporâneas máquinas voadoras. Algumas delas até bem parecidas com os nossos modernos aviões e helicópteros!



O egiptólogo francês descobriu, em 1988, um quarto secreto na grande pirâmide Queóps, o qual continha uma estranha múmia com características alienígenas. O possível ET encontrava-se em uma caixa transparente de cristal. A informação foi veiculada pela revista egípcia Rose El-Yussuf, em sua edição de março de 2001, que publicou a foto da múmia. Ao lado do sepulcro havia um papiro com escritas egípcias e dizia que “algum dia sua espécie chegaria das estrelas”.

Ainda segundo o chefe do Departamento de Arqueologia da Universidade do Cairo, o Dr. Ala Shaheen, em dezembro de 2010, havia dito a um público seleto que pode ser verdade a teoria de que os alienígenas ajudaram os antigos egípcios construir a mais antiga das pirâmides, a Pirâmide de Queops. Ao ser ainda questionado por Marek Novak, um delegado cultural da Polônia, se a pirâmide pode ainda conter tecnologia alienígena ou mesmo um OVNI com a sua estrutura, o Dr. Shaheen, foi vago e respondeu “Eu não posso confirmar ou negar isso, mas há algo no interior da pirâmide que não é deste mundo “. Delegados à conferência sobre a arquitetura do antigo Egito ficaram chocados, porém Dr Shaheen se recusou a comentar mais. Ha um  documentário que é um segredo da KGB ( documentário UFO Files) onde se vê que  que os russos já havia descoberto o túmulo de um humanoide extraterrestre no Egito e que salienta que algo está embaixo da pirâmide.[1]
         Ainda segundo o arqueólogo os antigos escritos egípcios muitas vezes falam de seres do céu, da abertura no céu e luzes descendo para ensinar-lhes a tecnologia e dar-lhes sabedoria. Muitas fotos de símbolos lembram os OVNIs e extraterrestres. POSSIVELMENTE aliens construiram a Grande Pirâmide. E estes métodos sólidos de técnicas de construção duráveis foram adotados pelos egípcios. Antigas lendas egípcias falam de Zep Tep, ou a “primeira vez”. Isso é descrito como uma época em que “deuses do céu” vieram para a Terra e levantaram a terra da lama e da água (aterros). Eles supostamente voavam pelo ar em  “barcos” e suas leis trouxeram sabedoria aos homens através de uma linha real de faraós. E, claro, tudo isso foi jogado por terra quando o cristianismo chegou. Tenha em mente que os Deuses eram a única “religião” onde não havia outra. Não havia conflito de crenças. Por quê? Bem, porque era verdade, os “deuses estavam ali”,  não somente a fé. As  igrejas  modernas  nos querem fazer crer que isto tudo é apenas um mito. Mas você tem que perguntar a si mesmo se isto pode ser verdade!

A pirâmide, o “E-kur” (casa que é alta como uma montanha) foi concebida pelo “deus” ENKI, projetada pelo “deus” MARDUK, construída pelo “deus” GEB, equipada pelo “deus” THOT, e defendida pelo “deus” NERGAL.A pirâmide, o “E-kur” (casa que é alta como uma montanha) foi concebida pelo “deus” ENKI, projetada pelo “deus” MARDUK, construída pelo “deus” GEB, equipada pelo “deus” THOT, e defendida pelo “deus” NERGAL.




O crânio alongado de Akhenaton


O curto mais importantíssimo reinado de Akhenaton, foi sempre envolto em muitos mistérios, muito por conta das grandes transformações propostas por ele na cultura egípcia.

Assim como em diversas culturas antigas, na cultura egípcia também foram encontrados crânios deformados/alongados. Um dos maiores faraós Akhenaton, teria uma cabeça estranhamente alongada. Os antigos faraós diziam proceder da linhagem direta dos deuses, e essa seria uma das evidências físicas dessa descendência divina, no caso de Akhenaton.

Da mesma forma que Akhenaton, sua esposa Nefertiti tinha um crânio estranhamente alongado (Nefertiti seria na verdade prima de Akhenaton, e o casamento de ambos teria sido realizado cumprindo o desejo da mãe de Akhenaton), fruto de sua herança genética. O faraó possuía outras características físicas estranhas, tinha um corpo afeminado. Ele é considerado um ser andrógeno por aqueles que defendem a teoria de que Akhenaton seria um descente direto do Deuses, ou melhor dizendo, dos Deuses Astronautas

Essas teorias colocam o Egito no centro das especulações a respeito dos "ASTRONAUTAS". Até mais com Eram seres das Estrelas?

segunda-feira, agosto 24, 2015

EdSpock: O que é dobra espacial?

que é o conceito de dobra? O dicionário diz: “parte de um objeto que voltada, sobrepõe-se a outra”. Como quando dobramos uma folha de papel. Doravante falaremos de um tipo de dobra que é bem mais complexa que dobrar um papel, pois estamos falando do espaço-tempo.                                                                  
      Por muitos tempos, desde os primórdios da civilização humana, tentamos nos aprimorar e achar meios mais rápidos de se locomover, de acordo com nossas necessidades e descobertas, desse modo que percebemos como é muito mais fácil e menos cansativo locomover-se por meio de animais, carroças, barcos, automóveis e aeronaves, através de séculos de desenvolvimento tecnológico humano.
       Hoje a necessidade de ir mais rápido em menos tempo e obter novas descobertas é tamanha, que cientistas e pesquisadores renomados procuram como fazer isso. Calcula-se que, com naves na velocidade da luz, levaríamos 100 mil anos, para viajar de uma ponta a outra da via láctea, nossa galáxia. Mas isso pode está prestes de mudar, por que cientistas já estudam como andar múltiplos acima da velocidade da luz sem dilatar o tempo por meio de uma dobra espacial.
        Voltando a falar da folha de papel, se uma mosca percorrer a extensão de uma folha inteira, ela levaria mais tempo e distancia do que se a folha estive-se dobrada, levando apenas alguns centésimos (tempo) e milímetros (espaço), pois não precisaria andar pela folha, só voaria pelas duas extremidades, por ter capacidade tridimensional (voar), diferente de uma formiga que só poderia andar pela folha (bidimensional) essa teoria baseia-se no universo multidimensional com pelo menos três dimensões de espaço e uma de tempo.
       A teoria não contradiz a da relatividade, mas sim, se baseia nela, pois a teoria da relatividade diz que as grandes massas de gravidade criariam fendas no espaço-tempo, que não teriam apenas massa e energia, mas o próprio tempo junto.
       Como a curvatura da terra é imperceptível para quem está nela, essa curvatura de dobra seria imperceptível ao olho nu. A nave que tiver um propulsor de dobra criaria um funil a sua frente, um tanto estreito, e com a sua parte de trás larga, e logo dilataria sua frente, comprimindo a aparte de trás junto, isso seria o tal portal ou bolha de dobra (propulsão de Alcubierre). Para quem estiver dentro da bolha ela estaria em uma velocidade comum, inferior a da luz, mas para quem estiver fora ela seria milhões de vezes maiores que a da luz.
       Esse talvez fosse o único meio de viajar no espaço “acima da velocidade da luz”, pois não estaria em grande velocidade, mas sim deformando o espaço para diminuir a distancia. Todavia a velocidade máxima estabelecida pela teoria da relatividade e a da luz. Portanto esse seria o meio mais fácil de viajar no universo em menor tempo.


       O cientista e engenheiro da NASA, Harold White e sua equipe estudam a criação de motores de dobra a base da propulsão Alcubierre, que permite viajar no espaço por meio de deformação (dobra) do espaço-tempo ao seu redor. O pesquisador Miguel Alcubierre propôs um dispositivo que já dito anteriormente dobraria o espaço e permitiria viajar em velocidade dez vezes a da luz, essa deformação de acordo com astrofísicos e provavelmente possível ser feita, mas discutem se seria possível sobreviver dentro da bolha.
exemplo de como seria a nave mais viável de acordo com a NASA e a deformação da dobra

       Uma pesquisa da NASA revelou que se o propulsor tiver forma de anel em torno da nave, com forma de bola de futebol Americano a capacidade de energia seria bem mais viável. Em entrevista á revista VEJA,Harold disse sobre as pesquisas dos motores de dobra espacial: “distorcer o espaço-tempo é algo que a natureza já faz desde o big bang, resta saber como conseguiremos reproduzir esse feito”. Harold criara junto a sua equipe uma dobra minúscula em laboratório, e disse a revista: “é um pequeno novo passo, com a teoria confirmada, poderemos cogitar em naves que nos levaram a outros planetas”. E ainda disse: “a exploração espacial tem outros obstáculos a ser vencidos, mas a distancia entre os corpos celestes é o maior problema”.
representação de uma moderna nave de dobra, com anéis em torno.
       Com toda certeza desbravaremos o espaço como foi o mar no século XVI, com naves de dobra como as caravelas e os veleiros, sim descobriremos novos planetas e formas de vida, sempre com o extinto de curiosidade humana de descobrir mais e mais, através dos séculos adiante.   
  Escrito por: Eduardo Freitas Cardozo